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Qual é a sua moto?

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Royal Enfield Classic 500: primeiras impressões

Imagem: Marcelo Brandt / G1 Imagem: Marcelo Brandt / G1

Como se fizesse o motociclista “viajar no tempo”, as motos Royal Enfield apostam em visual clássico e mecânica simplista para atrair consumidores que buscam nostalgia. Até afogador e pedal de partida estão lá, mas sem deixar de lado a indispensável injeção eletrônica e freios ABS, apesar de o sistema de segurança para frenagens ser opcional.

A empresa acaba de iniciar no Brasil uma operação por conta própria e os modelos são importados da Índia. Os 3 modelos que já estão à venda são: Classic 500, Bullet 500 e Continental GT, com preços a partir de R$ 18.900.

O G1 rodou com os modelos pela primeira vez, no interior de São Paulo, passando por trechos urbanos e também estradas. O modelo avaliado na maior parte do percurso foi a Classic 500, que deve ser o mais vendido da linha.

Quase como em uma viagem ao passado, andar em um Royal Enfield pode ser muito parecido com pilotar uma moto de décadas atrás, porém, recém-saída da concessionária – todos modelos têm 2 anos de garantia.

Não espere tecnologia de última ponta, acabamento esmerado ou alta performance, o legal aqui é passear nostalgicamente. Apesar disso, injeção eletrônica e freios ABS, apenas como opcional para Classic e Continental GT, estão lá.

O grande atrativo está no preço porque modelos clássicos de outras marcas, como a Triumph, por exemplo, custam muito mais. A Street Twin é vendida por R$ 36.900, mas vale ressaltar: com conjunto mais moderno, com direito a controle de tração, e muito mais performance.

Seria incorreto apontar a Street Twin ou outras motos como concorrentes diretas das Royal Enfield, mas é um opção para quem quer gastar mais. Outras possibilidades seriam, mas, neste caso, saindo do estilo clássico, uma Honda CB 500F, devido à proximidade de cilindrada, ou até mesmo uma pequena custom como a Dafra Horizon 250, que não perde muito para a Classic em questão de potência.

fonte: G1, escrita por Rafael Miotto